sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Cinco Fases
1ª Fase: Conhecer
Obvio, mas não é conhecer de saber nome, onde mora ou coisa do tipo, é conhecer no sentido de saber quando aquele "não é nada não" quer dizer muita coisa, é um pedido de socorro camuflado!
2ª Fase: Encantamento
Creio que, todo mundo que passou pela minha vida, já me encantou. Encantar é aquela coisa de gostar da compania da pessoa em questão. É gostar de ter ela por perto, é, como diria um conhecido meu, gostar de graça.
3ª Fase: Fagulha
É... se o encantamento por alguem cresce e começa a brilhar surge uma fagulha, é o início do sentimento, é o começo dos sorriso de canto, daquela coisa de sentir uma saudade mais acentuada de determinada pessoa, é aquele querer bem intenso e constante.
4ª Fase: Paixão
Se a fagulha for bem cuidada e alimentada ela vira fogo. E esse fogo é a paixão. Assim como o fogo de verdade, a paixão pode tanto construir quanto destruir um sentimento. Tudo vai depender do ajuste fino, que é algo incrivelmente complexo e eu jamais saberia contar aqui. É nessa fase que começam as primeiras divergencias, as primeiras crises de ciume e, se a paixão for correspondida, há grandes chances de chegarmos ao último estágio, que é a...
5ª Fase: Amor
Se a paixão chega nesse estágio, o fogo diminui. Não há aquela necessidade exagerada de se ter o ser amado por perto, pra um sentimento chegar nesse ponto é preciso que seja mutúo, se não é apenas uma paixão mal resolvida, ou, como dizem os "especialistas" um amor mal resolvido. Porém, havendo correspondência, quando nesse ponto o amor deixa de ser o "você é só meu", não se tem mais aquela necessidade exagerada de ter, apenas de sentir. Sentir o coração do outro bater mesmo distante milhas e milhas de distãncia... impossivel explicar o quê é o amor, e, creio que seja impossivel que ninguem compreenda também.
Enfim, só reforçando que isso é a MINHA visão (o que não é lá grande coisa) acerca dessa coisa tão "complexa" que é amar.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Hipocrisia
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Horas
Não é crônica, esse cronista passa por sérios problemas, aliás, sérios não, crônicos, problemas crônicos. Essa é só uma coisa que eu senti (e escrevi no bloco de notas do celular) antes de dormir, ei-lo:
Penso em você o dia todo, não tanto quando acordo, bastante lá pelas 13 horas, quando sei que está voltando da faculdade, pouco durante o resto da tarde e muito na madrugada, sei que, a qualquer momento, o celular pode cricrilar e ser você. Aí meus pensamentos aumentam - e muito - e eu passo a viver o que era só pensamento.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Quatro palavras
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Quem matou a Norma?
Pois é, eu não sou noveleiro, mas já vi/ouvi essa pergunta tantas vezes que resolvi escrever... não meu palpite. Como já disse, não sou noveleiro, admito que já assisti muita novela (todos temos um passado sujo afinal...). Hoje não assisto por não ver nada de interessante nos dramalhões e tudo mais... mas o objetivo aqui não é falar do meu passado recente e sim a pergunta que todo mundo está fazendo pelas redes sociais: quem matou a Norma?
Junto dessa pergunta a mídia como um todo pretende que todo mundo esqueça de perguntas muito mais relevantes, como, por exemplo: aonde foram parar os investimentos na polícia? na educação? Ahh... mas essa pergunta não é tão legal quanto a da novela né? Mas ela mexe mais com a nossa vida do que saber quem diabos matou a Norma. Outra pergunta interessante: por que os deputados (à nível federal e, por cascata, à nível estadual) puderam aumentar seu salário mais de 70% enquanto o aumento do salário mínimo foi abaixo de 10%? Não venham falar que é culpa desse governo e bla bla bla, é culpa dos parlamentares! E quem botou eles lá? Os mesmos ignorantes (procurem no dicionário, isso não é xingamento! ignorante é aquele com pouca instrução) que estão aí, se remoendo de curiosidade sobre quem matou a tal da Norma.
sábado, 13 de agosto de 2011
Pai
Hoje não é dia dos pais. Por isso mesmo que estou escrevendo hoje, amanha, dificilmente vou lhe ver ao amanhecer, por isso escrevo agora, pra que leia de manha.
Sei que não sou o melhor exemplo de filho - maior prova disso é que hoje não tenho a menor condição de lhe dar um presente, por menor que seja. Sei que erro demais, que não devo ser nem metade do que sonhou que eu seria.
Mas sabe, pai, quando eu olho pro senhor eu sinto um puta orgulho de ser seu filho. Sério mesmo, sei que passou por momentos dificeis na vida, que lutou contra diversas coisas e hoje se sente meio "inútil", mas saiba que, pra mim, nunca vai ser inútil, nunca vou te deixar de lado como aqueles filhos que jogam os pais em asilos, jamais teria coragem disso. Quero o senhor sempre por perto, mesmo que não nos abracemos tanto quanto eu gostaria, que não troquemos muitas palavras de carinho e afeto, quero que saiba que, pai, eu te amo pra caralho!
Feliz dia dos pais, desse seu filho meio (bem) perdido que não consegue te dar um presente e nem escrever algo decente.
Volto a dizer, pai, te amo pra caralho!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
acaba
Eu tenho alguns blogs que sigo nos feeds (atualização automatica, foi postado algo e eu recebo um aviso), em um deles (no caso, no blog Sereníssima, de minha amiga Jéssica) uma postagem me fez ficar com saudosismos (a postagem em questão pode ser vista aqui)... e me deixou com uma pergunta que ninguem vai saber responder:
por que, tudo, absolutamente tudo, acaba um dia?