sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Décimo Oitavo Andar

Acordei, debrucei na janela
Décimo oitavo andar
O mundo pequenino olhei
Um instante, um suspirar
A constante ideia de defenestrar

Na xícara o café frio
Estomago vazio
Décimo oitavo andar
No calendario, abril
O distante, voar

Na TV, a caixa de embabacar,
Sempre o mesmo ardil
Décimo oitavo andar
No rádio, o mesmo vil
Raiva, rivotril...

Um comentário:

Thata Bastos disse...

Me desenhou em canção.